4 de dez de 2010

Reflexão




Talvez poucos me entendam...


mas sinto resquícios de vidas passadas


que me perseguem feito espectros


quando querem voltar aos corpos


recém abandonados...


É como se a areia esvaísse em feroz velocidade


pela ampulheta da vida...


levando o tempo e ignorando os desejos...


Não quero morrer me escondendo


atrás de respostas racionalizadas,


não quero me privar de mais nada.


Quero viver intensamente minhas emoções!


Libertá-las em palavras,


encontrá-las em ações,


eterniza-las em versos.


Me expor ao amor


como um banquete contínuo a ser consumido...


E no balanço final,


poder adjetivar minha vida


não por quantas vezes fui capaz de respirar...


e sim,


por quantas vezes fui capaz de perder o fôlego


junto à alguém.

4 comentários:

  1. "me expor ao amor

    como um banquete contínuo a ser consumido..."


    só esse fragmento já vale todo o poema, visualizo a mulher por que me parece ser típicamente feminino

    ResponderExcluir
  2. "me expor ao amor

    como um banquete contínuo a ser consumido..."


    só esse fragmento já vale todo o poema, me parece eesencialmente feminino. é bem forte e bonito

    ResponderExcluir
  3. Eita muié maravilhosa!!!!!!!!

    Daniel
    nca

    Parabéns

    ResponderExcluir
  4. LINDO!

    desculpa nao ter comentado todos os capitulos e estar a comentar a penas este, mas estao todos LINDOs!

    segue tambem o meu blogs s.f.f
    http://aamizadefamosa.blogspot.com/

    ResponderExcluir